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Propostas das oficinas

por Assessoria última modificação 2011-06-02 08:42

I Congresso de Leigos da Arquidiocese de São Paulo

 
            1º Congresso Arquidiocesano dos Leigos
 
 Cristãos leigos: discípulos e missionários de Jesus Cristo na Cidade de São Paulo
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
                   
 
 
 OFICINAS ARQUIDIOCESANAS     
 
 
 
 
 
 
 
                                 Propostas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1º CONGRESSO DE LEIGOS DA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO 
 
 
    OFICINAS ARQUIDIOCESANAS
 
 
                                                            PROPOSTAS
 
 
1.     OFICINA DA JUSTIÇA
 
 
Facilitar o acesso á justiça principalmente da população pobre. Reivindicar a reativação dos Juizados Itinerantes, para facilitar o acesso da população aos serviços da Justiça.
 
Levantamento das entidades, organismos e núcleos que promovem o acesso dos pobres à Justiça e reivindicar a ampliação de convênios com a Defensoria Pública para garantir a efetivação de seus direitos.
 
Divulgação das ações e buscar trabalhar em rede com os diversos atores católicos, como CDDhs, buscando fortalecer as atividades já existentes, facilitando a inserção de leigos nestas atividades.
 
Capacitação dos agentes das pastorais sociais a orientar as pessoas sobre seus direitos, divulgando os endereços da Defensoria Pública através de cartilhas, para facilitar o acesso da população pobre à Justiça, através da criação de cursos de formação com agentes de Direito (Defensores Públicos, Promotores, Juízes, Advogados e Lideranças Populares com atuação na área).
 
Cursos de formação para capacitação dos leigos para o enfrentamento das desigualdades sociais e para eliminação dos preconceitos ligados à população de rua, migrantes, enfermos, dependentes químicos, encarcerados, mulheres excluídas e crianças e adolescentes em situação de risco pessoal e social, favorecendo tratamento compatível com a dignidade humana.
 
Cursos de capacitação de agentes comunitários para mediação de conflitos.
 
Cursos voltados à sensibilização para a cidadania. (2)
 
Formação dos Leigos para trabalhar a Segurança Pública como Direito Humano, atuando para a transformação e humanização dos cidadãos e das entidades envolvidas em tal área. (2). Incentivá-los a participar dos Conselhos de Segurança e das pastorais e Centros de defesa.
 
 
 
2. OFICINA VIDA E MISSÃO DO LEIGO JUNTO ÁS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
 
 
 
Dinamizar a implantar a Pastoral da pessoa com Deficiência nas Paróquias.
 
Formar as pessoas para que olhem para os deficientes sem discriminação ou preconceito, favorecendo sua inclusão. (2)
 
Conscientizar as pessoas sobre a importância do convívio social e da integração de tais portadores de necessidades especiais, utilizando os meios de comunicação.
 
 
 
3. OFICINA VIDA E MISSÃO NO PROCESSO DE PREVENÇÃO DAS DROGAS
 
 
 Fornecer conhecimento teórico e prático sobre dependência química, formar e preparar para acolher o dependente químico e sua família na comunidade (2), evangelizar o dependente químico, testemunhando-lhe amor e encaminhá-lo a grupos específicos de apoio.   
 
 
 
4. OFICINA RESPONSABILIDADES PÚBLICAS:
 
 
Organizar a Pastoral Fé e Política nas regiões, setores e paróquias. Divulgar as atividades da Pastoral Fé e Política, utilizando os meios de divulgação das paróquias, a Rádio 9 de Julho e Jornal São Paulo
 
Fazer o diagnóstico dos problemas do bairro, região e cidade, levantando prioridades a serem reivindicadas. Estudar e lançar projetos de Lei em prol da cidade
 
Capacitar, eleger e acompanhar representantes dos 35 Conselhos Tutelares das sub prefeituras. Atuar nas paróquias para divulgar inscrições, eleger candidatos e acompanha-los.
 
Organizar o Conselho de Leigos nas Regiões episcopais. 
 
Formação dos Leigos, através de cursos, oficinas e seminários periódicos, na ação política, com base na Doutrina Social da Igreja, preparando lideranças para participar do espaço público, promover diálogo com movimentos, pastorais e ONGs, para conhecimento recíproco das iniciativas. Divulgar as atividades desta Pastoral Social.(1) A longo prazo, promover a participação no curso do Centro Pastoral Dom Helder Câmara e organizar a Escola Fé e Política. Promover cursos à distância. Formar e animar leigos e leigas para anunciar Jesus Cristo no âmbito da política, resgatando valores cristãos.
 
 
Conscientizar, divulgar e incentivar paróquias, pastorais e movimentos a participar das diversas iniciativas no âmbito das responsabilidades públicas, principalmente no âmbito da política, nos campos da participação popular, possibilitando que leigos e leigas tenham acesso à Mensagem da Igreja. Elaborar cartilhas e folhetos com explicações claras e acessíveis visando conscientizar, divulgar e incentivar iniciativas, visando a participação dos leigos e leigas, em especial no âmbito local.
 
 
Reorganizar as Pastorais Sociais e os Fóruns das Pastorais Sociais nas Regiões episcopais. 
 
Apoiar a construção do Hospital de referência na Brasilândia.
 
 
 
5. OFICINA PASTORAIS SOCIAIS
 
 
Implantação e/ou Fortalecimento de fórum  das pastorais sociais em âmbito arquidiocesano, regiões episcopais e setores Mapeamento, das pastorais sociais, movimentos sociais e entidades sociais das regiões episcopais.
 
Realização de Encontros Arquidiocesanos ( e regionais) de Pastoral Social para divulgação e articulação
Criar rede de comunicação e presença nos Meios de Comunicação.
Programa de formação permanente das Pastorais Sociais (âmbito arquidiocesano e regiões) Divulgar as Pastorais Sociais nas reuniões do clero (Arquidiocese e Regiões).
Participação Ativa no Fórum Sociais de São Paulo e conselhos municipais.
Calendário comum das Pastorais Sociais da Arquidiocese e Regiões Episcopais.
Engajamento na Semana Social Brasileira de 2011
Dar resposta diante de acontecimentos de urgência na cidade
Renovação paroquial (cf. Doc. Aparecida) – abertura para os desafios sociais e Pastorais Sociais
Provocar o conjunto da Igreja para os desafios da cidade, da Pastoral Urbana (de conjunto),com abertura para os novos rostos da exclusão e discriminação, bem como situações conflituais na linha dos direitos humanos
Mostra de trabalhos das Pastorais Sócias
Inclusão do tema Pastorais Sociais na formação dos Presbíteros.
Criação do Dia das Pastorais Sociais
Programa de formação permanente voltado aos agentes das pastorais sociais. com o conteúdo das pastorais, análise da realidade e Doutrina Social da Igreja, visando a formação, articulação e partilha entre os seus membros.(1)
 
Encontro aberto Arquidiocesano sobre o que é Pastoral Social, sensibilizando o conjunto da Igreja para os desafios da cidade, a eliminação dos preconceitos e discriminação social e a implementação dos direitos humanos.
 
 
6. OFICINA VIDA E MISSÃO DO LEIGO NA PROMOÇÃO DA CARIDADE
 
 
Organizar rede regional e arquidiocesana dos serviços sociais ligados à Igreja que una as comunidades com suas especificidades, as organizações da Igreja, as entidades sociais, pastorais, movimentos e associações que prestam serviços assistenciais (acesso pela internet, cadastro das entidades por regiões, cadastro de projetos).Rede com outrasigrejas.
 
Organizar Banco de talentos para voluntariado.
 
Valorizar o cidadão, mediante oferta de empregos e cursos.
Criar um comitê para articulação da promoção da caridade em cada região, com representantes de cada pastoral, movimento, associação ou grupos que promovam a caridade. Fóruns, congressos, conferências em nível Regional e Arquidicesano, alimentado nas paróquias, articulada para instrumentalizar e integrar. Fóruns das pastorais sociais.
Manter este processo de encontro do laicato
Cursos de formação para os delegados sobre os Documentos da Igreja em especial sobre sua Doutrina Social, através de aulas expositivas e estudos em grupo.(1)
Formação e capacitação permanente dos agentes da promoção da caridade, em especial reforçando o estudo da doutrina social e preparando lideranças multiplicadoras. Formação continuada no âmbito espiritual (3), psicológico, técnico, estrutural e organizacional, através de quatro módulos durante o ano.
 
 
7. OFICINA PROBLEMAS DA CIDADE.
 
 
Formação das lideranças para o compromisso social, articulando as pastorais sociais já existentes, preparando os leigos e leigas para serem multiplicadores.(1)Mobilizar a juventude para o compromisso social.
 
Fazer diagnóstico dos problemas do bairro, região e cidade. Fortalecimento dos movimentos sociais, através de ações a partir das paróquias e comunidades. Superar o isolamento, articulando-se com os movimentos sociais existentes.
 
Incentivar a participação nos fóruns distritais e conselhos municipais, aumentando a representatividade dos cristãos católicos nos 18 conselhos municipais existentes.
 
Formação de grupos de fé e política nas paróquias. Criar, rearticular e/ fortalecer o Fórum das Pastorais Sociais.
 
Mobilização em torno da moradia, não como posse mas como um bem social.
 
Articular os segmentos vulneráveis da população e atuar como pastoral de conjunto, incluindo pastorais sociais , movimentos, associações , grupos, etc.
 
 
 
8. OFICINA MUNDO DO TRABALHO ( Trabalhadores ) 
 
 
Promover Encontros Arquidiocesanos (se possível semestrais) para aprofundamento da conjuntura do Mundo do Trabalho, com base na Doutrina Social da Igreja e à luz do Evangelho, estimulando os cristãos a participar da vida da cidade como testemunhas dos valores do Evangelho, buscando modificar a realidade do Trabalho sob a perspectiva da Justiça Social. Organizar encontros com agentes de pastoral visando subsidiá-los sobre as questões do Mundo do trabalho, em especial na cidade de São Paulo. (1 e 2)
 
Providenciar a elaboração de subsídio específico sobre a Doutrina Social da Igreja para que seja usada em todas as escolas de formação de leigos e na Faculdade de Teologia da Arquidiocese.
Procurar incentivar a organização dos trabalhadores envolvidos em trabalhos precários (domésticos/as, catadores de material reciclável; migrantes em trabalho escravo...).
Organizar um amplo Seminário com a assessoria de pessoas de destacado conhecimento científico sobre a estrutura do trabalho – de modo particular na cidade de São Paulo. Com tal análise, oferecer novos subsídios para a formação dos trabalhadores cristãos. Preocupação especial em organizar encontros com agentes de pastoral e animadores de comunidades visando subsidiá-los sobre as questões que envolvem o Mundo do Trabalho no mundo, no Brasil e, em particular, na cidade de São Paulo.Atualização constante dos subsídios para a formação
 
 
9. OFICINA MUNDO DO TRABALHO ( Empresários )
 
 
Propiciar Formação em Doutrina Social e documentos da Igreja aos empresários cristãos, levando-os à prática da ética cristã, responsabilidade social e diálogo fraterno e a trabalhar pela Cultura da Paz e pela Sociedade da Confiança, através de encontros, cursos, seminários e oficinas. Formação também destinada à vivência da dimensão missionária, objetivando que levem a mensagem de Cristo para dentro da empresa, aos funcionários e colaboradores.(2 e 3).Difundir meios pacíficos para a resolução dos conflitos (4), incentivando o diálogo e a concórdia.  
 
 
Viver a dimensão missionária, levando a Boa Nova ao Mundo do trabalho, mediante a formação de uma Rede Social, isto é, cadastro de empreendedores éticos e responsáveis socialmente, constituídos a partir de um banco de dados, com sólida formação em Doutrina Social , objetivando a construção da Cultura da Paz. Semear a mensagem da paz , do diálogo fraterno e da ética cristã aos pequenos empreendedores, profissionais liberais, trabalhadores e operários, propiciando uma convivência fraterna, respeitosa e construtiva, a partir de condutas norteadas pela ética cristã, responsabilidade social e respeito à comunidades. 
 
 
 
10. OFICINA PASTORAL DA ECOLOGIA
 
 
Fortalecer e/ou organizar a Pastoral da ecologia nas 6 Regiões Episcopais.
 
Fomentar a semana ecológica em junho de cada ano. Criar projetos voltados à Educação Ambiental. Integração com outras pastorais, por exemplo, a Pastoral da Criança, catequese, Juventude, o que garantiria a sustentabilidade futura de um projeto de educação ambiental local.
 
Realizar seminários temáticos de informação e conscientização no que se refere à ecologia e questões ambientais, visando à implantação de uma Escola Arquidiocesana de Educação Ambiental. Realizar mapeamento das áreas de risco, a nível local.
 
Utilizar os meios de comunicação para divulgar a Pastoral da Ecologia bem como informações sobre questões ambientais. 
 
 
11. OFICINA MUNDO DA SAÚDE 
 
 
Formação humana, psicológica e espiritual dos agentes da pastoral da saúde pelas paróquias, oferecida regularmente, com noções básicas de saúde, vida e morte e capacitando-os para a evangelização (3), para dialogar pastoralmente com os pacientes, familiares e profissionais. Divulgação de cursos de capacitação para os que atuarão em Conselhos de Saúde. 
 
Formação de equipe capacitada para acompanhamento espiritual dos pacientes terminais e seus familiares, a fim de lhes proporcionar uma experiência mais profunda de Deus(3).
 
Integrar a assistência religiosa e pastoral (3) aos doentes na formação e currículo dos futuros padres.
 
Formação de profissionais de saúde que trabalham em universidades e hospitais, envolvendo-os em temas ligados à bioética, defesa e dignidade da vida humana.   
 
Ver a abrangência de cada paróquia e fazer levantamento da presença da Igreja Católica junto aos enfermos;
Que os párocos incluam na sua programação um tempo para o atendimento aos enfermos e estejam dispostos, ao menos quando solicitados, prestarem assistência religiosa e/ou pastoral aos doentes nos hospitais e domicílios;
Organizar adimensão solidária da pastoral da saúde a fim de que as visitas aos enfermos nos hospitais ou nas residências sejam regulares;
Permitir aos pacientes o acesso aos Sacramentos da Igreja, tais como a Unção dos Enfermos, Confissão e Eucaristia.
DivulgaçãoAmpla da existência e do trabalho da Pastoral da Saúde por todos os meios possíveis, internos e externos da Igreja (boletins da paróquia, Santa Missa, jornais de bairro, associações, postos de saúde, hospitais, e outros);
Preparação continuada dos agentes de Pastoral da Saúde para atuar em todas as dimensões;
Divulgar cursos oferecidos de preparação de agentes de pastoral da saúde que prestam assistência religiosa aos doentes bem como os que atuarão como conselheiros de saúde;
Direcionar recursos financeiros para a Pastoral de Saúde.
Criar um meio de comunicação instantânea com a Pastoral de Saúde – ex: celular ou plantão.
Estimular a participação dos leigos nos movimentos populares de saúde que visam mudanças nas políticas públicas de saúde.
Criação de um “site” para que os profissionais de saúde possam estar em sintonia com as orientações da Igreja;
Eleger representantes da Pastoral da Saúde nas paróquias nos conselhos de saúde para mostrar a realidade dos doentes na comunidade e enumerar as necessidades desses enfermos, a fim de defender seus direitos e apresentar propostas de melhorias;
Aprimorar e divulgar cada vez mais encontros com profissionais da saúde que já atuam de maneira cristã, para que possam compartilhar as experiências e suscitar novo ardor missionário entre eles próprio e tantos outros profissionais;
Que Igreja apresente as atividades que esses leigos poderiam desenvolver, como profissional da saúde, fora de seu local de trabalho;
Suscitar por meio da pastoral da saúde a humanização nas Instituições de Saúde públicas e privadas.  
Que a hierarquia comece a pensar sobre a possibilidade de autorizar os diáconos a ministrar o sacramento da Unção dos Enfermos;
Incentivar, também, encontros de grupos cristãos do mundo da saúde para trocas de experiências, crescimento e conhecimento;
Formação de equipes regionais e arquidiocesanas compostas por profissionais e leigos engajados nas paróquias, que seriam formadores de agentes pastorais da saúde e de outros profissionais que atuariam nas instituições de saúde, escolas formativas de profissionais da saúde. Um objetivo ainda a ser alcançado seria fomentar o aspecto religioso desses profissionais.
Tentar alcançar os profissionais de saúde que trabalham diretamente em universidades. O objetivo seria envolvê-los na discussão de temas relacionados à  bioética, despertando o interesse pelos temas pertinentes à defesa da vida humana;
Inserir leigos no Conselho Gestor dos postos de saúde; 
Para implementar a participação e atuação dos leigos no mundo da saúde é nossa proposta, primeiramente, envolvê-los a fim de que eles na sua atuação, seja como profissional da saúde ou como agente de pastoral, possam oferecer uma assistência  que atenda o paciente em todas as suas dimensões. Fazer, em âmbito arquidiocesano, com a participação de todas as paróquias, um levantamento das necessidades mais emergentes de cada setor.
Eleger as prioridades mais importantes de cada paróquia pontuando se as maiores necessidades estão presentes na área de assistência religiosa, na dimensão comunitária (educação para saúde). Ou então, se o foco deve ser a atuação nas políticas públicas de saúde. 
 
 
12. OFICINA LEIGOS COMO SUJEITOS DA MISSÃO DA IGREJA
 
 
Fortalecer o Conselho de Leigos da Arquidiocese, os Conselhos de Leigos das Regiões Belém e Ipiranga e/ou criar Conselhos de Leigos nas Regiões Sé, Santana, Lapa e Brasilândia, mediante formação do laicato e organização de grupos de profissionais, para convivência, formação e articulação.
 
Promover a Formação do laicato nas Regiões.
 
Propiciar formação para grupos profissionais específicos.
 
Escola de Formação para Leigos que atuem em Pastorais e outras organizações da Igreja para Formação integral da Pessoa Humana ou espaço de articulação dos cursos, escolas e formações existentes. Se possível, criar uma Escola de Formação Arquidiocesana.
 
 
Organizar o II Congresso de Leigos de São Paulo no ano de 2015, envolvendo as dioceses de Santo Amaro, São Miguel e Campo Limpo, fortalecendo a dimensão ecumênica e de diálogo inter-religioso e proporcionando a participação dos Movimentos Sociais e populares da cidade.
 
 
 
13. VIDA E ANIMAÇÃO DA COMUNIDADE ECLESIAL
 
 
Formar os membros dos Conselhos Comunitários e Paroquiais de Pastorais.
 
Formar os coordenadores de Comunidades, através de curso rápido e capacitação teológica ministrado pelas escolas Regionais de Teologia.
 
Elaborar subsídio comum a toda Arquidiocese, visando implementação de Semana de Animação e Avivamento da Vida Comunitária, que contemple aspectos da dinâmica da vida comunitária. 
 
Proporcionar semanas voltadas para o estudo e aprofundamento da Palavra de Deus nas paróquias, setores e comunidades (4)
 
Formação bíblica em semanas no mês de setembro, voltada ao estudo do livro básico escolhido no ano, elegendo-o como uma das prioridades pastorais da Comunidade.
 
Investir na difusão da Leitura Orante da Bíblia (5) em todas as Comunidades e Paróquias, capacitando em especial os membros do Ministério dos Leitores a difundi-lo entre os grupos existentes.
 
Elaborar subsídio simples e acessível para Missões Populares, a ser utilizado para a realização de Semana de Missões Populares envolvendo paróquias, comunidades, Cebs,Propiciar capacitação para os participantes, com vistas a um efeito multiplicador.
Definir áreas para as visitas missionárias.
 
 
Garantir o funcionamento permanente das estruturas de Comunhão e Participação Comunitárias (Conselhos e Assembléias), tanto quanto ao processo, elaboração e definição dos Planos Pastorais das Comunidades.
 
 
Que os Conselhos  Comunitários e Paroquiais de Pastorais, sejam eleitos em Assembléias das Comunidades Eclesiais, e Provisionados pelos Bispos, para um mandato de dois anos, como acontece com as Equipes de Administração. Caberá aos Conselhos Setoriais de Pastoral da Arquidiocese, a tarefa de formação e animação destes Conselhos, bem como, garantir a articulação dos mesmos para a definição dos trabalhos nestes setores.
 
 
Que Coordenadores das Comunidades,sejam leigos eleitos por suas respectivas comunidades de origem, e seu Ministério, seja provisionado pelos Bispos  Regionais para um mandato de dois anos. A mudança de párocos e vigários paroquiais não será critério para mudança de coordenadores, a não ser que suas provisões tenham cumprido o seu tempo
 
 
Criar condições para que as Paróquias sejam organizadas e funcionem como Rede de Comunidades. Neste sentido garantir  a criação e o dinamismo do Conselho Paroquial de Pastoral, com representantes dos Conselhos das várias Comunidades que integram a mesma área paroquial. Cuidar que a Vida e Caminhada das Comunidades de uma área Paroquial, não estejam voltadas para dar sustentação seja pastoral ou financeira à Comunidade Mãe, ou antigas Matrizes.
 
Refletir a partir das necessidades e realidades das Comunidades quais são os ministérios  que devem ser criados para atender as exigências da missão evangelizadora da Igreja. Valorizar os ministérios existentes, porém não restringir a existência deles  aos vários serviços relacionados às Celebrações ou Cultos da Palavra (acolhida, música, leitores, cerimoniarios), ou do cuidado aos doentes.
 
Investir nos ministérios leigos para além de nossos templos e liturgias. Exemplo, Ministros(as)  delegados(as) pela Comunidade, com provisão e mandatos definidos, para integrar e acompanhar Conselhos Tutelares da Criança e do Adolescente, Conselhos de Saúde, para trabalhos junto a organismos municipais, estaduais, federais de poder como: Câmaras, Assembléias Legislativas,  Conselhos de Segurança e Saúde, como organismos de Comunicação, Educação (nas Escolas de Bairro), Cultura, etc.
 
Garantir o relacionamento destes novos ministérios com a Comunidade de pertença, através da participação no Conselho Paroquial de Pastoral, e nos Conselhos de Pastorais dos Setores. Terão como suporte espiritual encontros e retiros específicos organizados pela Arquidiocese, para viabilizar tanto o intercâmbio de experiências como a articulação de trabalhos.
 
Revisar e explicitar em nossas Comunidades qual o seu real comprometimento com  as bases de nossa sociedade.  Ao mesmo tempo, promover uma reflexão de aprofundamento sobre o modelo de eclesialidade que se vive no interior dessas Comunidades. Definir características da Identidade dessas comunidades neste momento da história e caminhada da Igreja Latino-americana.
Realizar Assembléia Arquidiocesana de CEBs com participação garantida de representantes das seis Regiões Episcopais. A metodologia pastoral a ser obedecida tanto no processo de elaboração como de concretização desta Assembléia, obedeceria à tríplice dimensão: a definição das bases, a eclesialidade de comunhão e participação e o protagonismo e a coordenação dos leigos (as) na vida comunitária.
Estabelecer durante o Ano litúrgico uma Semana Arquidiocesana  de Animação e Avivamento da Vida Comunitária.Definida numa data comum para todas as paróquias e comunidades, esta semana teria um temário comum, escolhido pelas coordenações arquidiocesanas de pastorais. Como sugestão indicamos a semana que se segue a Festa de Pentecostes.  Proposta de temas para uma primeira semana
Segunda - feira : A Comunidade de fé conseqüência imediata e concreta  do anúncio da ressurreição de Cristo. Terça - feira :  O Reino de Deus como causa e finalidade da Comunidade de Cristo. Quarta - feira : Os sacramentos  na vida da Igreja.Quinta - fiera :  A Igreja Povo de Deus e os Ministérios na vida comunitária. Sexta - feira :  A Comunidade de fé como lugar do perdão e da festa.  Sábado :  Maria na vida da Igreja.Domingo : A Celebração do Dia do Senhor e  festa de confraternização
Definir o calendário das Celebrações Arquidiocesanas convocatórias  para toda Igreja.
Priorizar celebrações relacionadas com os compromissos  pastorais vindos da opção pelos pobres e a luta contra a exclusão social.  Exemplo, a Missa pela Pátria, no 7 de setembro, no Grito dos Excluídos.
Que as Celebrações realizadas em todos os níveis da Arquidiocese, sejam preparadas com esmero e seriedade. Seja destacado  o caráter profético do Sacrifício do Cristo pela vida em plenitude e salvação de todos. As celebrações eucarísticas na sua essência são a Ação de Graças ao Deus da Vida, e não podem deixar transparecer uma ênfase no ritualismo e no cerimonial
 
Capacitar e provisionar pessoas responsáveis pela oração do Ofício Divino nas Comunidades.
Instituir em todas as Comunidades o Ministério dos Leitores, porém não apenas voltado para a proclamação da Palavra de Deus nas celebrações litúrgicas, mas também, para a missão de ensino e realização do método de leitura orante da bíblia, junto aos grupos de base.
Valorizar a criatividade litúrgica sem priorizar a clericalização dos serviços litúrgicos, inclusive para os ministérios leigos, visível até nas roupas dos ministros. Aprofundar a reflexão sobre as experiências positivas da religiosidade popular e das iniciativas sobre inculturação na liturgia.
Definir uma Semana Arquidiocesana de Missões Populares envolvendo as paróquias, comunidades, CEBs e outras formas de comunidades. Aproveitar da experiência que os seminaristas da Arquidiocese têm feito nesta dimensão.
No final da semana garantir uma celebração Eucarística que reunisse todos os envolvidos, tanto para o envio como para o encerramento das visitas.
Retomar no nível arquidiocesano as Semanas Sociais que muito contribuíam para viabilizar o diálogo entre a Igreja e as autoridades das várias instâncias de poder (municipal estadual e federal). Partindo dos clamores do povo, especialmente dos mais pobres, buscar soluções para os grandes  problemas existentes. Procurar articular sempre, as urgências presentes na vida da cidade com clamores que nascem das comunidades e paróquias
Verificar os diversos trabalhos existentes entre as pastorais e movimentos que se dedicam a família e a juventude, articulá-los através da elaboração de um plano comum que atenda a cada uma destas realidades (família e juventude) para todos os níveis pastorais da Igreja de São Paulo.
Responder a esta exigência da fé cristã, definindo prioridades e compromissos pastorais na luta contra a exclusão social. A dimensão da solidariedade e da profecia seja testemunhada de modo claro na vida das comunidades. Conforme nos lembra Conferência de Aparecida, a experiência das CEBS deve ser levada em conta e poderá contribuir para as estratégias a serem assumidas
 
14. OFICINA VIDA E MISSÃO DO LEIGO NA ESPIRITUALIDADE DAS CONGREGAÇÕES RELIGIOSAS.
 
 
Promover encontros semestrais entre leigos e religiosos, retiros, palestras e formação sobre os carismas das Congregações Religiosas. 
 
Promover partilha entre religiosos para conhecimento das missões que desempenham visando o seu fortalecimento.
 
Desenvolver intercâmbio de formação catequética e de espiritualidade e identificar ações missionárias comuns às diversas congregações religiosas.
 
Fortalecer a ação missionária das Congregações através da ampliação de seu quadro de leigos, convocando-os através das paróquias ligadas às Congregações
 
 
15. OFICINA MISSÃO DO LEIGO NA FAMÍLIA
 
 
Implantação da Pastoral Familiar nas paróquias
 
Catequese continuada das famílias
 
Defesa e Valorização da vida
 
Melhorar a preparação para o Matrimônio Urgente
 
Acolher, acompanhar e engajar os casais de segunda união.
 
 
16. OFICINA COMUNICAÇÃO SOCIAL
 
 
Elaborar vários modelos de folders com mensagens de iniciação à vida cristã agradáveis, inspiradas no Projeto “Catholics come home” (“Católicos voltem para casa”) e no projeto Evangelização 2000. Esses folhetos serão distribuídos nas casas.
 
Criar nas paróquias laboratórios de informática que disponibilizem gratuitamente acesso à internet e cursos de formação.
 
Criação de um grupo de jornalistas católicos que se reúna com determinada freqüência para refletir sobre assuntos do cotidiano sob a visão cristã.
 
Organizar uma Rede Arquidiocesana de Comunicação preparando cinco pessoas por Região Episcopal para compor Equipe Regional de Comunicação, destinada a alimentar os veículos de comunicação da Arquidiocese. Cada paróquia indicará um representante paroquial que tenha facilidade de escrever e fácil acesso à internet, serão direcionados a cursos com missão de alimentar veículos de comunicação da Arquidiocese com fatos e notícias de suas paróquias e receber as notícias de âmbito Regional e Arquidiocesano. O grupo também deverá conhecer a realidade dos bairros, aproximando a Igreja de tais espaços e gerar pautas para os veículos de comunicação.
 
Fazer levantamento das associações que acolhem e trabalham com pessoas portadoras de alguma deficiência, criando um banco de dados para formação de agentes de pastoral que usem linguagem de sinais e braile.
 
Aperfeiçoamento das mídias Oficiais da Arquidiocese, mediante uso de linguagem mais compreensível e criação de um canal para receber sugestões de pautas das paróquias e comunidades. Valorização das redes sociais, possibilitando diálogo da Igreja com a juventude.
 
Criar uma equipe arquidiocesana de profissionais ligados às áreas de filosofia e sociologia objetivando a criação de grupos de leitura e análise crítica da mídia, em especial quanto ao tratamento pouco ético dispensado à Igreja.
 
 
 17. OFICINA EDUCAÇÃO EM TODOS OS NÍVEIS
As discussões e reflexões ocorridas nas várias Oficinas Regionais e na Oficina Arquidiocesana de Educação mostraram a existência de uma grande carência de espaços e momentos de formação para os cristãos leigos e leigas da Arquidiocese. Em graus e formas diversas, esta carência afeta a todos os envolvidos em processos educativos: pais, catequistas, professores, etc.
Esta formação deve ser centrada na experiência do encontro com Cristo e integral em suas dimensões, tal como explicitado no Documento de Aparecida, em seu 6º capítulo, O caminho de formação dos discípulos missionários.
Muitas instituições de ensino católicas de São Paulo já colaboram ativamente neste processo de formação, ministrando cursos de Teologia e Ciências da Religião em vários níveis acadêmicos e para diversos públicos. É necessário, contudo, que estes cursos assumam sempre mais esta centralidade no encontro com Cristo e esta integralidade de dimensões, para que possam colaborar na formação dos cristãos leigos e leigas envolvidos com a educação em todos os níveis.
Devido às grandes dimensões da cidade e a grande quantidade de atividades existentes, estes cursos muitas vezes não são conhecidos. É necessário fazer (ou atualizar) e divulgar um cadastro destes cursos na Arquidiocese. Com a colaboração das Pastorais da Educação, do Ensino Religioso e Universitária, o Núcleo Fé e Cultura da PUC-SP se propôs a fazer este trabalho de atualização e divulgação deste cadastro, que será depois transferido para a Arquidiocese.
Os delegados das Oficinas Regionais de Educação do 1º Congresso de Leigos se propuseram a fortalecer a Pastoral da Educação e a Pastoral do Ensino Religioso, criando novos grupos ou integrando-se aos grupos já existentes desta pastoral em cada Região Episcopal da Arquidiocese. Entre as atividades que poderão ser desenvolvidas para fortalecer estas pastorais, foram citadas:
Ampliar o conhecimento das experiências e propostas já existentes sobre o Ensino Religioso, desenvolvidas pela CNBB, pelo FONAPER (Fórum Nacional para o Ensino Religioso), pela DAER (Diretoria Arquidiocesana do Ensino Religioso); apoiar a reflexão e a divulgação dessas idéias.
Entrar em contato com todos os movimentos, pastorais e demais grupos religiosos existentes da Arquidiocese que desenvolvam trabalhos com crianças e jovens, para tornar conhecidas suas atividades e meios de formação aos colégios católicos, em primeiro lugar, mas também a outras escolas e às famílias em geral como oportunidades de convivência para seus alunos e filhos.
Realizar em cada Região Episcopal uma nova oficina, para divulgar as reflexões realizadas na Oficina Arquidiocesana de Educação.
Levar subsídios às Escolas para trabalhar com os professores e alunos coletivamente para que aconteça o resgate dos valores sociais, morais, éticos e políticos.
Incentivar as escolas católicas a perseverar na fidelidade a seu carisma e em sua tarefa evangelizadora e catequética.
Incentivar a organização, entre os professores e nas escolas, de grupos de reflexão e vivência que estimulem ações coletivas.
Criar ou apoiar campanhas em prol de leis e políticas públicas que defendam a família, a qualidade da educação e a integralidade da pessoa humana.
As comunidades paroquiais, associações e movimentos eclesiais são convidados a ter atividades de reflexão, colaboração e acompanhamento da realidade educacional da cidade – tanto na escola católica quanto na escola pública. Tais atividades podem ser encontros, grupos de pais, projetos voltados à colaboração com as escolas, etc.
Foi sugerida a realização de um Congresso de Educação em São Paulo, com apoio das Pastorais da Educação e do Ensino Religioso, em 2011. A Associação Nacional das escolas Católicas (ANEC) está promovendo um congresso com estas características em São Paulo. Assim sendo, esta proposta pode se converter no apoio a este Congresso já em fase de organização ou tornar-se outro Congresso – com características diferentes das do Congresso da ANEC. Neste caso, a Pastoral Universitária e o Núcleo Fé e Cultura da PUC-SP se ofereceram para colaborar na organização.
 
18. OFICINA JUVENTUDE
 
 
Propiciar formação integral dos agentes de evangelização da Juventude, através de cursos, palestras, retiros e outros encontros, dividindo competência por instâncias de organização (Arquidiocese, Regiões, Setores e paróquia).
 
Formar assessoria qualificada para grupos de jovens paroquiais e instâncias de organização da juventude. Promover cursos e Retiros Espirituais, articular uma rede de assessores adultos que acompanhem o itinerário de educação da fé dos jovens.  
 
Formação para estudo e aprofundamento do Documento 85 da CNBB ( Evangelização da Juventude: desafios e perspectivas pastorais) formando equipe para difundi-lo nas reuniões do Plebistério, Conselhos de Pastoral e Paroquiais, Faculdades de Teologia ou Casas de Formação.
 
Propiciar formação aos jovens via internet, através da criação de um Portal da Juventude. 
 
Proporcionar formação preparando os jovens para realizar ações missionárias na Arquidiocese (6).
 
Organizar a Comunicação entre os diversos grupos de jovens paroquiais, Pastorais, Movimentos, Associações e entidades existentes, criando um “Portal da Juventude”, com informações, relato de experiências e oportunidade de formação via internet. ,
 
Promover e envolver jovens em ações missionárias em toda a Arquidiocese, identificar as ações missionárias existentes, divulga-las, recolher inscrições e preparar os jovens através de formações, posteriormente, viabilizar a partilha das experiências vivenciadas .
 
 
 
19. OFICINA ANÚNCIO QUERIGMÁTICO DE JESUS CRISTO
 
 
Levar o querigma aos agentes de pastoral, servidores das paróquias, catequizandos e pais, crismandos, noivos, povo de rua, para proporcionar uma experiência pessoal com Deus, de modo a suscitar ou fortalecer a fé. (7). A curto prazo, divulgar as diversas formas de anúncio querigmático existentes na Arquidiocese, com locais e horários: para jovens, crianças, casais e povo em geral, divulgar amplamente o calendário de tais encontros através de site a ser criado. A médio e longo prazo, criar a Pastoral do querigma nas paróquias.   
 
Formar leigos preparados para pregar o querigma específico para crianças, para jovens, pais dos catequizandos, noivos, padrinhos, etc, criando uma pastoral do querigma junto às paróquias.
 
Formação para preparar participantes para evangelização pessoa a pessoa (6), em mutirões de evangelização a serem realizados por membros das Novas Comunidades, Movimentos e demais expressões do laicato. (6). 
 
Criação de uma Escola de Formação de Evangelizadores para o anúncio de Jesus Cristo, abrangendo participação em um querigma, aprofundamento Bíblico, Lectio Divina, Vida de Oração, Diálogo e Acolhida, Comunicação verbal, adequação linguagem/público, técnicas de abordagem, História da Igreja, Doutrina Social da Igreja, Teologia Básica, Documentos da Igreja, Antropologia cristã, Princípios de Sociologia e Psicologia e questões atuais.
 
Criação de um Centro de Comunicação Verbal da Palavra, que reuniria profisisonais especializados para fornecer elementos, material e formação para a evangelização, envolvendo realização de cursos, seminários, estudo da comunicação, avaliação de processos de abordagem, realização de pesquisas, entre outras iniciativas.
 
Organização de um calendário de Formação Permanente na Arquidiocese, onde conste tudo que é oferecido em termos de formação, por meio dos Movimentos, Novas Comunidades, Instituições laicais, Faculdades de Teologia, etc, divulgando-o nos sites da Arquidiocese, das Regiões Episcopais, paróquias, bem como através do jornal O São Paulo e veiculação mensal e on line.
 
Organização de Mutirões de Evangelização pessoa a pessoa, a serem realizados por membros das Novas Comunidades, Movimentos, e demais organizações do laicato, com periodicidade mensal e uma anual, no Dia do Leigo.
 
Criação de um Centro de Serviços de Apoio aos Leigos, tratando-se de espaço físico destinado a dar suporte a grupos e iniciativas existentes ou futuras, em localização de fácil acesso, gerida por leigos, aberto a todas as organizações laicais, mas sem subordinação a qualquer uma delas. Destinar-se-ia tal espaço à reunião de grupos, promoção de eventos, encontros, formações, que teria equipe para prestar apoio burocrático e de comunicação, dispondo de serviços básicos de copa, secretaria, computação, copiadora, etc, espécie de escritório de apoio.
 
 
20. OFICINA DE INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ             .
 
Formação de catequistas, demais agentes de pastoral, padres e seminaristas para um trabalho mais amplo na iniciação cristã.Preparar encontros de preparação de catequistas, agentes, padres e seminaristas, para refletir sobre o processo de iniciação cristã e não somente a catequese pré-sacramental, tendo em vista diferentes horários para maior participação. Criar roteiro de celebrações e formação para que todos os agentes de pastoral que não vivenciaram a experiência da iniciação cristã possam experimentar a mesma em suas vidas, levando à um comprometimento maior com o Cristo.Investir na Escola Catequética – nova pedagogia e técnicas – Promover o estudo sobre o A catequese com estilo catecumenal .Possibilitar a formação permanente de catequistas – formação humano e cristã Motivar o estudo e a leitura orante da Bíblia.Promover retiros e encontros de espiritualidade.Investir nas Escolas da Fé;  da Palavra; Teologia ; Ministérios .Exigir um mínimo de preparação dos ministros e catequistas
Tornar o processo de iniciação cristã  mais eficaz para que os que recebem os sacramentos continuem nas comunidades como membros ativos.Implantar o estilo catecumenal de iniciação cristã apresentada pelo RICA em todas as instâncias de formação.Favorecer o conhecimento do RICA. Mudar a visão sobre o processo de iniciação cristã e implantar, com as devidas adaptações o RICA em toda a catequese.Propiciar metodologia mais atrativa para o encantamento dos catequizandos, buscando um caminho mais mistagógico.Buscar caminhos para estreitar os laços entre liturgia e catequese para que possa haver unidade entre o que se ensina e o que se celebra.Investir na acolhida e evangelização das famílias.Formar agentes de pastoral para que possam se empenhar na tarefa da evangelização, principalmente no anúncio querigmático . Formar grupo de trabalho que possa discutir / avaliar o processo de iniciação cristã nas comunidades e que possam levar esta discussão para os conselhos de pastoral paroquial e setorial, de modo que todas as pastorais e movimentos possam ser envolvidos no processo e possam contribuir efetivamente com o mesmo.
Evangelizar as famílias.Buscar novas formas de evangelizar as famílias. Retomar a catequese renovada – Catequese familiar e missionária.Promover uma catequese mais personalizada, acolhedora Retrabalhar o querígma na comunidade (desde os jovens até os mais velhos). Motivar os catequistas para o trabalho com as famílias; promover encontros com os pais dos catequizandos.Implantar a Pastoral familiar; Conscientizar as famílias para a vida cristã.Abrir a comunidade para que outros possam contribuir com as pastorais .Dar atenção especial à  formação dos jovens; promover o discipulado.Implantar a Pastoral da Perseverança com adolescentes e jovens.
Chamar os leigos para a missão evangelizar .Formar lideranças para as Missões Populares Conscientizar, dentro das missas para o papel evangelizador de todos, convocando os leigos para ser catequistas em suas próprias famílias. Criar caminhos de formação permanente dos leigos (tempo da mistagogia).Formar leigos para a missão evangelizadora; formação de novas lideranças.Encontros bíblicos e missas nas casas.Visitas missionárias dentro e fora da comunidade .
Unidade das pastorais paroquiais para se tornarem testemunho cristão.Incentivar a unidade e abertura das pastorais promovendo a pastoral de conjunto.Possibilitar que toda a região tenha um único projeto de evangelização e catequese respeitando as diferentes realidades. Criar espaços de integração entre pastorais e movimentos. Promover a formação e evangelização de agentes para a unidade pastoral.Conscientizar as pastorais para a acolhida e participação de novos membros.Incentivar as visitas missionárias dentro e fora da comunidade.Melhorar o acolhimento (secretaria, pastorais, movimentos, padres). Melhorar a comunicação (oral, impressa e virtual).Aplicar efetivamente o Diretório dos Sacramentos da Arquidiocese.