Sobre nos
O Conselho de Leigos da Arquidiocese de São Paulo – CLASP é uma associação de leigos e leigas católicos de direito público eclesiástico, que assume as Diretrizes emanadas do Magistério da Igreja Católica, e se constitui como sociedade civil privada de âmbito municipal, restringindo ao âmbito da Arquidiocese de São Paulo, sem fins lucrativos e sem vínculos político-partidários, com prazo de duração indeterminada, que congrega e representa o laicato da Arquidiocese de São Paulo.
Anualmente os organismos do laicato pertecentes à Igreja Católica da Arquidiocese de São Paulo e a sociedade civil paulistana são convocados para encontros formativos, atividades comuns, ações conjutas em sintonia com as diretrizes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB e do Conselho Nacional do Laicato do Brasil - CNLB, bem como o 10o. Plano de Pastoral da Arquidicoese de São Paulo.
O CLASP é um organismo que reúne, representa e articula o laicato da Arquidiocese de São Paulo, quando congregado em pastorais, movimentos, associações, CEBs, demais comunidades eclesiais e outras formas de organização, para que atuem como protagonistas das transformações sociais na ótica do Reino de Deus, conforme os termos deste estatuto, com vistas aos seguintes objetivos:
I – Ser instância de representatividade do laicato da Arquidiocese de São Paulo na Igreja e na sociedade, representando-o junto aos demais organismos da Igreja Católica, de outras igrejas ou tradições religiosas e da sociedade civil;
II - Ser instrumento de comunicação dos cristãos leigos entre si, com os organismos da Igreja – em especial o Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB) e o CNLB Regional Sul 1 – e da sociedade;
III - Articular e organizar o laicato buscando o diálogo e a comunhão com os pastores e ministros da Igreja;
IV - Ser espaço de articulação, diálogo, formação e informação do laicato presente nos diversos setores e segmentos da sociedade, a fim de garantir uma atuação mais qualificada nos espaços sociais, políticos, econômicos e culturais;
V – Suscitar, desenvolver e aprofundar no laicato a consciência crítica e criativa de sua identidade, vocação e missão, a fim de que seja presença atuante nos espaços sociais, políticos, econômicos e culturais do país;
VI - Promover iniciativas voltadas à formação do laicato para o cumprimento de sua missão no mundo, iluminado pela ética cristã, no respeito à diversidade de dons, carismas e ministérios, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, com ênfase na dignificação da pessoa, na defesa da vida e da família;
VII – Estimular e promover o protagonismo do laicato e a sua participação nos processos de planejamento, decisão, execução e avaliação da ação evangelizadora da Igreja no Brasil, fortalecendo a consciência de Igreja-Povo de Deus;
VIII – Fomentar o diálogo, a comunicação e a integração com os outros Organismos da Igreja no Brasil, na busca da comunhão e da unidade na diversidade;
IX - Ser instância de diálogo, intercâmbio de experiências e cooperação entre todos os filiados, visando criar a necessária colaboração mútua em suas ações, com espírito de comunhão, solidariedade e partilha na construção do Reino;
X - Ser presença e estímulo na caminhada ecumênica e no diálogo inter-religioso;
XI – Concretizar e aprofundar os laços de solidariedade entre os cristãos leigos e leigas, buscando facilitar o relacionamento, o conhecimento e a confiança recíprocos, o intercâmbio de opiniões e experiências, a superação das divergências, a aceitação e integração das diferenças, com vistas ao testemunho de amor, fraternidade e comunhão;
XII – Estar atento às questões emergentes na vida da Igreja e da cidade, acolhendo sugestões, estimulando a reflexão e conseqüentes ações concretas, em favor do bem comum da Igreja e do Povo de São Paulo;
XIII - Estimular a organização de leigos comprometidos com a ação evangelizadora no meio e nas estruturas em que estão inseridos;
XIV - Contribuir para a concretização do Plano de Pastoral da Arquidiocese;
XV - Participar do debate sobre os problemas locais, nacionais e globais, incentivando seus membros a participarem da elaboração, execução e avaliação de leis e políticas publicas que objetivem a promoção social dos setores excluídos da sociedade, em estreita observância das exigências éticas do Evangelho;
XVI - Manter bancos de dados e de material de formação e estudo à disposição de seus membros.